
CURSO ONLINE | CÃES E GATOS
A antibioticoterapia
não começa na escolha do antibiótico
Começa sabendo como
tomar a decisão
6 HORAS • 100% ONLINE • ACESSO IMEDIATO
RACIOCÍNIO INTEGRADO AtbnaVET
A decisão em 5 etapas
INDICAR
O antibiótico é realmente necessário?
DIRECIONAR
Paciente, sítio, provável patógeno e risco.
ESCOLHER
Espectro e características farmacológicas.
OTIMIZAR
Dose, intervalo, via e duração.
REAVALIAR
Manter, ajustar, descalonar, trocar ou suspender.
———— NA ROTINA CLÍNICA ————
Prescrever um antibiótico pode parecer simples
Até chegar o paciente real
Esse paciente realmente precisa de antibiótico?
Qual microrganismo provavelmente está envolvido?
Posso iniciar empiricamente ou preciso de cultura e antibiograma?
Preciso de amplo espectro — ou estou ampliando mais do que o necessário?
Qual fármaco chega adequadamente ao sítio da infecção?
A dose e o intervalo habituais fazem sentido neste paciente?
Por quanto tempo devo tratar?
Quando manter, ajustar, trocar, descalonar ou suspender?
O desafio não é decorar uma resposta para cada situação.
É saber quais perguntas fazer para chegar a uma decisão.
— MUDE O PONTO DE PARTIDA —
Você não precisa decorar mais antibióticos
Precisa entender os critérios que orientam a escolha

PACIENTE
Indicação, sítio, gravidade, histórico, comorbidades e particularidades.

PATÓGENO
Provável agente, epidemiologia, resistência e necessidade de diagnóstico microbiológico.

ANTIMICROBIANO
Espectro, mecanismo, farmacocinética, toxicidade, restrições e regime terapêutico.
O antibiótico é uma ferramenta.
O raciocínio define como usá-la.
O objetivo não é sair decorando mais
É sair sabendo pensar melhor sobre a antibioticoterapia
01
CLAREZA
02
SEGURANÇA
03
AUTONOMIA
Não se trata de eliminar todas as dúvidas da clínica. Trata-se de saber quais perguntas precisam ser respondidas para tomar uma decisão melhor fundamentada.
RACIOCÍNIO INTEGRADO AtbnaVET
Antes de perguntar “qual antibiótico?”,
organize a decisão em cinco etapas.
01
INDICAR
O antibiótico é realmente necessário?
Comece pelo diagnóstico e pela necessidade. Nem toda alteração clínica exige terapia antimicrobiana.
02
DIRECIONAR
Quem é o paciente e contra quem provavelmente estamos tratando?
Considere sítio, gravidade, histórico, comorbidades, provável patógeno, risco de resistência e diagnóstico microbiológico.
03
ESCOLHER
Qual antimicrobiano apresenta as características adequadas?
Integre espectro, mecanismo de ação, farmacocinética, resistência, toxicidade e particularidades do paciente.
04
OTIMIZAR
Como usar o antimicrobiano escolhido?
Dose, intervalo, via, exposição farmacológica e duração também fazem parte da decisão terapêutica.
05
REAVALIAR
A decisão continua depois da prescrição.
Avalie resposta clínica, efeitos adversos e dados microbiológicos para manter, ajustar, descalonar, trocar ou suspender.
INDICAR → DIRECIONAR → ESCOLHER → OTIMIZAR → REAVALIAR
O QUE VOCÊ VAI DESENVOLVER
Mais do que conteúdo, competências para a rotina clínica.
01
Quando realmente tratar
Diferencie situações em que há indicação de terapia antimicrobiana daquelas em que o antibiótico não é a resposta principal.
02
Como direcionar a escolha
Use sítio da infecção, provável patógeno, histórico do paciente e risco de resistência para reduzir escolhas automáticas.
03
Terapia empírica com racionalidade
Entenda como iniciar tratamento quando ainda não há resultado microbiológico sem transformar empirismo em tentativa e erro.
04
Quando cultura e antibiograma mudam a decisão
Reconheça cenários em que o diagnóstico microbiológico ganha importância para reavaliar e direcionar o tratamento.
05
Como integrar farmacologia à clínica
Relacione espectro, mecanismo, PK/PD, via, toxicidade e particularidades do paciente ao regime terapêutico.
06
Como usar diretrizes sem seguir receitas
Aprenda a interpretar recomendações clínicas como apoio ao raciocínio, e não como substituto da avaliação individual.
07
Como acompanhar o tratamento
Estruture critérios para monitorar resposta, ajustar, descalonar, trocar ou suspender a terapia.
08
Como justificar sua decisão
Construa escolhas que possam ser explicadas clinicamente — para você, para a equipe e para o tutor.
— CONTEÚDO DO CURSO —
Seis aulas para construir a base do raciocínio em antibioticoterapia
O conteúdo foi organizado para sair dos conceitos isolados e chegar à decisão clínica: fundamentos → farmacologia → microbiologia → clínica → estratégias de aplicação.

AULA 01
Bases da Terapia Antimicrobiana
Comece pela lógica da terapia: indicação, paciente, patógeno, antimicrobiano, resistência e responsabilidade na prescrição.

AULA 02
Bases Farmacológicas da Terapia Antimicrobiana
Entenda classes, mecanismos de ação, espectros, ação antimicrobiana, PK/PD, toxicidade e características que interferem na escolha.

AULA 03
Bases Microbiológicas — Gram-positivas
51 min
Integre os principais grupos Gram-positivos, padrões de resistência e implicações microbiológicas à tomada de decisão clínica.

AULA 04
Bases Microbiológicas — Gram-negativas
Reconheça particularidades dos Gram-negativos, resistência intrínseca e adquirida, falhas terapêuticas e implicações para o tratamento.

AULA 05
Bases Clínicas da Terapia Antimicrobiana
Transforme farmacologia e microbiologia em decisões sobre indicação, escolha, terapia empírica ou guiada, dose, duração e monitoramento.

AULA 06
Estratégias e Direcionamentos Clínicos
Aplique princípios de stewardship, diretrizes e raciocínio terapêutico a situações clínicas frequentes da rotina veterinária.
Carga total aproximada: 6 horas
DA TEORIA À ROTINA
O raciocínio precisa funcionar diante do paciente
As situações clínicas aparecem no curso para mostrar como princípios, diretrizes e escolhas antimicrobianas mudam quando saem da teoria e entram na rotina.
Importante:
———— PÚBLICO ————
Para quem quer entender o raciocínio
e não apenas decorar condutas
PERFIL DO ALUNO
Recém-formados
Para quem chegou à rotina clínica e percebeu que farmacologia, microbiologia e clínica precisam ser integradas na prática.
Clínicos em início de carreira
Para quem já prescreve antibióticos, mas ainda sente insegurança ao decidir quando usar, qual escolher e como acompanhar.
Profissionais que querem se atualizar
Para quem já tem experiência, mas deseja revisar fundamentos, diretrizes e critérios atuais de decisão.
Estudantes em fase clínica
Para quem quer chegar à prática com uma estrutura de raciocínio mais clara para antibioticoterapia em cães e gatos.
Este curso provavelmente não é para você se…
…procura apenas uma lista de antibióticos por doença, protocolos prontos sem contexto ou respostas absolutas para situações clínicas que exigem avaliação individual.
QUEM CONDUZ O CURSO

Profa. Dra. Sheila Wosiacki
Microbiologia, antibioticoterapia e decisão clínica conectadas no mesmo raciocínio.
Médica-veterinária, microbiologista e professora, com atuação dedicada ao ensino e à aplicação da microbiologia clínica, resistência antimicrobiana, interpretação de antibiogramas e uso responsável de antibióticos na Medicina Veterinária.
Fundadora do AtbnaVET e do AntibiogramaVET, desenvolve formações voltadas à integração entre evidência científica, microbiologia, farmacologia e raciocínio clínico.
POR QUE ESSA INTEGRAÇÃO IMPORTA
Microbiologia sem clínica é incompleta.
Saber qual bactéria está envolvida não basta para decidir a terapia.
Farmacologia sem paciente é abstrata.
A característica do fármaco só ganha valor quando aplicada à necessidade real do paciente.
Diretrizes sem raciocínio viram receitas.
O objetivo é compreender os critérios por trás das recomendações para aplicá-las com contexto.
O QUE TROUXE ALUNOS ATÉ ESTE CURSO
A dúvida não é apenas “qual antibiótico usar?”
Em uma pesquisa com alunos, aparecem repetidamente insegurança na indicação, dificuldade para escolher, necessidade de organizar o raciocínio e desejo de mais autonomia na prescrição.
“Me sinto insegura sobre a indicação.”
“Clarear melhor a linha de raciocínio para prescrever ATB.”
“Ter mais autonomia para pensar em como usar um antibiótico quando necessário.”
“Ter mais noção de quando usar, por quanto tempo, e por quê.”
O QUE OS ALUNOS LEVARAM DESTE CURSO
Um Antibiótico é muito mais do qua um Antibiótico










Uma base clínica para tomar decisões mais fundamentadas sobre os antibióticos
- ✔️ 6 horas de conteúdo
- ✔️ aulas organizadas em sequência lógica
- ✔️ conteúdo aplicado à rotina de cães e gatos
- ✔️ raciocínio da indicação à reavaliação
- ✔️ Acesso por 12 meses
- ✔️ Certificado de conclusão
297,00 à vista
ou 12x de 29,00

PERGUNTAS FREQUENTES
Antes de decidir, esclareça as principais dúvidas.
Sim. O curso foi pensado para organizar fundamentos que frequentemente ficam fragmentados entre farmacologia, microbiologia e clínica. Ele pode ser especialmente útil para quem está começando a prescrever na rotina.
Sim, se você quer revisar e atualizar a lógica por trás das decisões. A proposta não é ensinar apenas nomes de fármacos, mas oferecer uma estrutura para analisar indicação, escolha, regime e reavaliação.
Não. O curso parte das bases necessárias para compreender por que farmacologia e microbiologia interferem na decisão clínica.
Não como uma lista de receitas prontas. As situações clínicas são utilizadas para mostrar como aplicar critérios e diretrizes ao contexto do paciente.
Sim. O curso aborda quando o diagnóstico microbiológico ganha importância e como ele se integra à terapia empírica e guiada. A interpretação aprofundada do antibiograma é tema de uma formação específica.
Não. O raciocínio percorre indicação, direcionamento, escolha, regime de dosagem, monitoramento, duração, ajuste, descalonamento e suspensão.
Não. Ele ensina a compreender e utilizar diretrizes como apoio ao raciocínio, respeitando o contexto e as particularidades de cada paciente.
Porque experiência de prescrição e raciocínio estruturado não são a mesma coisa. O objetivo é oferecer critérios para revisar, justificar e aprimorar decisões que você já toma na rotina.
DESVENDANDO A ANTIBIOTICOTERAPIA
Do raciocínio terapêutico à escolha do fármaco
Organize a farmacologia, a microbiologia e a clínica em um mesmo processo de decisão.
—— CONTEÚDO 100% ONLINE | ACESSO IMEDIATO | 12 MESES ——

Nosso compromisso é com a ciência, a prática clínica e o uso responsável de antimicrobianos.
Conhecimento técnico precisa chegar à decisão clínica.
